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Itamaraju, Nordeste/BA, Brazil
É de minha responsabilidade não ficar triste, não deixar ninguém me magoar, não deixar que nada de ruim me aconteça...

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Gravidez na Adolescência

Para falar sobre gravidez na adolescência, primeiro é preciso informar que a adolescência compreende pessoas com idade entre 10 e 19 anos. Nesse período ocorrem profundas mudanças. Dentre elas, crescimento rápido, conscientização da sexualidade, estruturação da personalidade, adaptação ambiental e integração social.
O número de adolescentes tem aumentado significativamente. Isso se deve às melhores condições de alimentação, aos cuidados na puericultura, programas de vacinação entre outros.
A gravidez neste grupo populacional vem sendo considerada problema de saúde pública, haja visto que pode acarretar complicações obstétricas, bem como problemas psicossociais e ecnonômicos.
No entanto, ninguém parece recordar que anteriormente, na época em que nossos avós e os avós deles eram jovens, todas as adolescentes, já prometidas, casadas, tinham suas primeiras concepções tão jovens ou mais do que as adolescentes dos dias atuais.
Curiosamente, essa situação hoje denominada como algo abominável, era comumente vivida naquela época. E as senhoras de terceira idade que hoje criticam as suas netas, na verdade eram mães aos 12 anos de idade.
Então porque tantas críticas? Pra quê tantos insultos às jovens de hoje? É pecado? E daí se for.
Aos 13, sua avó, que hoje critica as meninas que ficam gestantes cedo, na verdade já era considerada multípara.
Então o recado de hoje é para essas senhoras que hoje julgam e criticam as adolescentes dos dias atuais, e relacionam a prenhez aos bailes funks ou amizades "erradas".

domingo, 7 de agosto de 2011

Difícil é não Acreditar

Ninguém aqui está falando em amor. Apenas em como apresentar características comumente consideradas amor. Na maioria das vezes, as pessoas não amam, simplesmente fingem amar, por ser mais fácil assim. Já se imaginou verdadeiramente amando alguém que não te conhece? E se passar a te conhecer e não gostar de você? Já tentou fingir que está tudo bem, quando na verdade o que mais queria era poder acabar com todo seu sofrimento em uma única etapa? E se tentar morrer for bem mais difícil do que se imagina?

Quando você abre os olhos pela manhã e tudo que consegue ver é sua falta de expectativa para o dia que acaba de começar.

Não é tarefa fácil manipular seus próprios sentimentos perante as pessoas, perante a vida.

Parece que ninguém de fato está preparado para amar.

Olhar a vida pela janela de seu quarto e sentir que as coisas nunca mudam, que você nunca vai mudar.

Será sempre frágil, e nunca terá a sorte de acordar com alguém ao seu lado.

E mesmo que isso viesse a acontecer, não será tão simples assim.

Você fica angustiado quando as pessoas dizem te entender, mas agem como se você estivesse interpretando um sofrimento que não é real.

Tudo que você precisa no momento é de um abraço que não pode dar naquela pessoa.

Dizer que o coração está em pedaços, que a vida é tão difícil quanto respirar debaixo d’água e sentir na pele emoções nunca antes experimentadas tem sido tão complicado quanto lamber o próprio cotovelo.

Tarefa difícil, não?

Mas esperar por ela, é a única vontade que tem. E é o que deve ser feito.

A mulher que te fez mudar, a única mulher que te faz querer mais.

Um sonho pode se tornar realidade, a depender da sua prórpia força de vontade.

Porque nada é tão difícil quanto parece ser.

E que a beleza das coisas está na dificuldade em conquistá-las.

Se hoje algo parece impossível, amanhã, tenha certeza, será pior ainda. Mas dê graças por isso, porque é sinal de que valerá  a pena.

Amar, e um dia ser amado.

FIM!

terça-feira, 26 de julho de 2011

Prícipe Invisível

Hoje encontrei uma menina chorando no cais. Dizia sentir falta dele também, e me entregou uma carta. Disse que era do “menino dela”. A carta dizia:  “Hoje sentei no nosso cais, aquele que sentávamos juntos pra assistir o pôr do sol. E lembrei de você. Mas não foi nesse sentido, depois desses últimos oito meses, sem você aqui, comigo…Eu sempre estive triste. Mas dessa vez eu sorri. É, sorri. […] Lembrei de nossas gargalhadas, do como você ria do jeito que eu te carregava em meus braços desengonçado, ou de seus sorrisos entre nossos beijos. Ou até daqueles seus sorrisos no canto da boca, de timidez. Lembrei também das festas de nossos amigos que íamos, e ficávamos observando as crianças, como se fossem nossos filhos. Lembrei das vezes que sentamos naquele cais pra assistir ao pôr do sol, do jeito que manchava a ponta do seu nariz de sorvete, ou do jeito que você fazia comentários sobre as pessoas que passavam na rua. Do jeito que nos escondíamos no armário com uma lanterna, feito duas crianças. Ou do jeito que nos escondíamos debaixo das cobertas, pra nos proteger a noite. Das desculpas que eu dava pra dormir na sua cama, pra ir te ver em tua casa. Das palhaçadas que fazia pra te ver sorrir. Do jeito que eu te levava na frente, na bicicleta até chegar ao cais. Do jeito que você me chamava de idiota, bagunçava meu cabelo e acariciava minhas bochechas. Ou do doce, como você falava as coisas, explicava-as e que dava interesse, não em prestar atenção no que dizia, mas reparar na quantidade de gestos que fazia com a mão, dos sorrisos que dava sei lá porque, e da quantidade vezes que falava a palavra tipo. Parece que aprendi a parar de lamentar por ter acabado, e comecei a sorrir por ter acontecido. Parece que aprendi a reciclar os bons momentos. Parece que senti saudade, e só agora comecei a valorizar. Nós éramos felizes, amor. Nunca se esqueça de mim, por favor. Eu nunca vou esquecer de você. Lembra do nosso para sempre? Não era mentira. Levo comigo, até hoje. Levo dentro de mim. Sinto sua falta. Eu te amo. Seu menino. Ps:Vou deixar essa carta engarrafada, embaixo do cais. Como sempre fazíamos quando não sabíamos onde o outro estava. Se sentir falta de nós, eu sei que vai procurar alguma coisa, no nosso lugar.

domingo, 3 de julho de 2011

Não faz diferença

Sabe quando você sente que o tempo não ajuda, e quando nada parece mais ser possível. E aê você desaba em lágrimas achando que aliviando a dor em gotículas de água pode ser uma saída. Mas na verdade não é. Você sabe que nada que você faça ou seja capaz de fazer poderá mudar essa situação. E que não adiantaria tentar superar seus próprios limites! Porque não somente depende de você, mas também da pessoa que deveria estar do seu lado. Mas aê você se lembra que essa pessoa na verdade não pode fazer absolutamente nada. E quando digo nada, é nada mesmo. Então você volta a estaca zero, e percebe que o mundo a sua volta parece ter conspirado contra sua vida, contra sua felicidade. Porque nada mais importa, eles só querem te ver na pior. É então que você se ergue, esconde as lágrimas e diz :-Bola pra frente! Mas na verdade você não está mais agindo como pensa. E quando finge estar bem, você queria sair de seu corpo só por uns instantes e poder fazer tudo aquilo que realmente queria. É quando você espera a noite chegar para poder chorar como nunca antes, mostrar para si mesma como realmente se sente por não ter a pessoa amada por perto. É somente nessa hora em que você pode ser você mesma, sem medo de ninguém saber, ou de alguém ver que você não está bem. Porque ninguém pode sequer imaginar que algo está acontecendo. Não, eles não poderão te ajudar. Ao contrário, só irão te deixar ainda mais pra baixo. Então é melhor que você sofra em silêncio, e ao mesmo tempo que você lute contra o auto flagelo, ou extermínio próprio. Porque sua mente fica sempre dizendo que não está dando certo. E que no fim nada vai ser como você espera.

Hoje eu estou lutando com meu pensamento suicida. E somente eu sei o quanto é difícil fingir estar tudo bem, quando não está. E nem parece que poderá estar algum dia.

Desculpe se te fiz ler muitas palvras soltas, vãs, e sem coerência. Apenas são uma tentativa de sublimar tudo o que estou sentindo.

Eu amo e não posso amar. Eu sinto e não posso demonstrar qualquer sinal de sentimento. Eu choro, mas ninguém pode saber que estou triste.

Essa sou eu, Sabrina Leite, tentando ser feliz num mundo onde ninguém consegue manter os olhos atentos em suas próprias vidas.

Boa noite!

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